10 jun CRP-MG defende políticas públicas e saúde mental para população LGBTQIAPN+ em evento nacional
Assessoria de Comunicação CRP-MG

Representantes do Sistema Conselhos na Semana de Diversidade LGBTQIAPN+
Entre os dias 3 e 7 de junho, o Conselho Regional de Psicologia – Minas Gerais (CRP-MG), representado pela conselheira Clarissa Gomes, esteve na Semana de Diversidade LGBTQIAPN+, realizada em São Paulo. A atividade, promovida pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) em conjunto com diversos Conselhos Regionais, teve como mote “Psicologia acolhendo todas as cores e subjetividades: saúde mental se faz com respeito e liberdade”, e marcou a atuação em rede do Sistema Conselhos em defesa da diversidade, da vida e da democracia.
Durante a programação, foram discutidas pautas como eleição e permanência de membros da comunidade nas autarquias, políticas públicas e saúde mental para a população não hétero-cis. Houve a participação do ativista indígena Gualoy, da etnia Guarani-Kaiowá, que apresentou problemas específicos enfrentados por indígenas LGBTQIAPN+. O evento também contou com o lançamento do LesboCenso Nacional, uma pesquisa sobre a incidência de violências vivenciadas por lésbicas no Brasil, mesa de autores transmasculinos e o lançamento do livro “Violência Algorítmica e Vidas LGBTQIAPN+”, sobre o discurso de ódio nas mídias sociais.

Gualoy, ativista Guarani-Kaiowá, e Clarissa Gomes, conselheira do CRP-MG
Representantes do Sistema Conselhos estiveram presentes na Feira Cultural de Diversidade e Empreendedorismo LGBT+, na Marcha de Mulheres Lésbicas e Bissexuais, que relembrou o assassinato da lésbica negra Luana Barbosa, completando 10 anos de impunidade, e na 30ª Parada do Orgulho LGBT+, cujo tema “A rua convoca e a urna confirma” resgatou as origens políticas do evento e enfatizou o voto consciente. “Essa semana salientou o compromisso ético, político e social do Sistema Conselhos de Psicologia para com os direitos da população LGBTQIAPN+ e a posição radicalmente contrária a tentativas de ‘conversão’ de orientação sexual e identidade de gênero, de forma consonante com a ciência e o Código de Ética Profissional do Psicólogo”, destacou a conselheira Clarissa Gomes.






